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Filme "Fragmentado": Uma Jornada pela Complexidade da Mente Humana

Atualizado: 21 de out. de 2025

O cinema, em sua capacidade de espelhar e distorcer a realidade, frequentemente se aventura pelos labirintos da mente humana, explorando suas complexidades e patologias. O filme "Fragmentado" (Split), dirigido por M. Night Shyamalan e lançado em 2016, é um exemplo notável dessa exploração. A obra mergulha no universo do Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI), apresentando uma narrativa que, embora ficcional, levanta discussões pertinentes sobre a condição e sua representação na mídia. Este artigo propõe uma análise aprofundada do filme, contextualizando o TDI sob a ótica de diferentes correntes psicológicas – psicanálise, psicologia analítica e terapia sistêmica familiar – e correlacionando-o com psicotraumas, transtornos psíquicos, emocionais e doenças físicas. Além disso, buscaremos traçar paralelos com o momento atual da sociedade, utilizando analogias e comparações com comportamentos contemporâneos.

 

Ao abordar o TDI, é fundamental considerar as perspectivas de autores de referência que dedicaram seus estudos à compreensão da psique e de seus mecanismos de defesa. Sigmund Freud, pai da psicanálise, embora não tenha focado especificamente no TDI como o conhecemos hoje, lançou as bases para a compreensão dos processos dissociativos como mecanismos de defesa contra traumas. Sua teoria do inconsciente e da fragmentação do ego em face de experiências insuportáveis oferece um ponto de partida para entender a gênese de tais condições [1]. Carl Jung, por sua vez, com sua psicologia analítica, introduziu conceitos como os arquétipos e o inconsciente coletivo, que podem ser explorados para compreender a multiplicidade de personalidades sob uma ótica mais simbólica e arquetípica [2]. A terapia sistêmica familiar, por sua vez, oferece uma lente para analisar o TDI não apenas como um fenômeno individual, mas como um reflexo de dinâmicas familiares e sociais complexas, onde o sintoma de um indivíduo pode ser a expressão de disfunções no sistema como um todo [3].

 

Este artigo busca, portanto, transcender a mera crítica cinematográfica, utilizando "Fragmentado" como um ponto de partida para uma reflexão mais ampla sobre a saúde mental, o impacto do trauma e a intrincada relação entre a mente, o corpo e o ambiente social. Através de uma linguagem acessível, mas cientificamente embasada, pretendemos oferecer ao leitor uma compreensão aprofundada do TDI e suas implicações.


Uma imagem abstrata que representa a fragmentação da mente ou múltiplas personalidades, com cores escuras e claras contrastantes.
O TDI, anteriormente conhecido como Transtorno de Personalidade Múltipla, é caracterizado pela presença de duas ou mais identidades ou estados de personalidade distintos que se revezam no controle do comportamento do indivíduo.

O TDI em 'Fragmentado': Entre a Ficção e a Realidade Clínica

"Fragmentado" apresenta Kevin Wendell Crumb, um indivíduo com 23 personalidades distintas, com uma 24ª, a "Besta", emergindo como uma figura super-humana. A representação do Transtorno Dissociativo de Identidade no filme gerou debates e críticas na comunidade psiquiátrica e psicológica. Embora o filme seja uma obra de ficção e utilize elementos dramáticos para construir sua narrativa de suspense, é importante analisar como ele se aproxima ou se distancia da realidade clínica do TDI.

 

O TDI, anteriormente conhecido como Transtorno de Personalidade Múltipla, é caracterizado pela presença de duas ou mais identidades ou estados de personalidade distintos que se revezam no controle do comportamento do indivíduo. Cada identidade pode ter padrões próprios de percepção, cognição e relação com o ambiente. A condição é frequentemente associada a traumas severos e repetitivos na infância, como abuso físico, sexual ou emocional, negligência extrema ou outras experiências avassaladoras. A dissociação, nesse contexto, atua como um mecanismo de defesa, permitindo que a criança se distancie da dor insuportável da realidade traumática, criando personalidades alternativas para conter e processar as memórias traumáticas [4].

 

No filme, a representação de Kevin como alguém que pode "alternar quimicamente" entre personalidades e que uma de suas personalidades, a "Besta", possui habilidades sobre-humanas, é uma dramatização que se afasta da compreensão clínica do TDI. Na realidade, as identidades dissociativas não conferem poderes físicos ou habilidades sobrenaturais. O foco do tratamento clínico é a integração das identidades e o processamento do trauma subjacente, e não a exacerbação de características de cada alter. No entanto, o filme acerta ao retratar o TDI como uma condição que surge de um histórico de trauma e abuso, e a luta interna do protagonista para lidar com suas múltiplas identidades [5].

 

Apesar das liberdades artísticas, "Fragmentado" conseguiu trazer à tona a discussão sobre o TDI para um público mais amplo, o que pode ser tanto positivo quanto negativo. Positivo por gerar visibilidade para um transtorno complexo e muitas vezes estigmatizado. Negativo, se a representação ficcional levar a equívocos e estereótipos sobre as pessoas que vivem com TDI, contribuindo para o preconceito e a desinformação. É crucial que a audiência compreenda que o filme é uma obra de entretenimento e não um documentário sobre a condição.


O TDI sob a Ótica da Psicanálise

A psicanálise, fundada por Sigmund Freud, oferece uma lente valiosa para compreender a dinâmica do Transtorno Dissociativo de Identidade, mesmo que o TDI não tenha sido um foco central de seus estudos iniciais. Para a psicanálise, a dissociação pode ser entendida como um mecanismo de defesa extremo do ego contra experiências traumáticas insuportáveis. Quando um indivíduo, especialmente na infância, é exposto a traumas severos que ameaçam a integridade de seu psiquismo, o ego pode se fragmentar como uma forma de proteger a consciência da dor e do sofrimento avassaladores [1].

 

Nesse contexto, as diferentes personalidades ou "alters" podem ser vistas como compartimentos psíquicos que contêm memórias, afetos e experiências traumáticas que não puderam ser integradas à personalidade central. Cada alter pode representar uma tentativa do psiquismo de lidar com aspectos específicos do trauma, assumindo papéis e funções que a personalidade principal não consegue suportar. A amnésia dissociativa, comum no TDI, seria um mecanismo de repressão que impede o acesso consciente a essas memórias traumáticas, mantendo a ilusão de uma identidade coesa [6].

 

A psicanálise enfatiza a importância de explorar o inconsciente e as experiências traumáticas reprimidas para que o indivíduo possa integrar essas partes fragmentadas de si mesmo. O processo terapêutico visa trazer à consciência as memórias e afetos dissociados, permitindo que o paciente elabore o trauma e construa uma narrativa mais coerente de sua história. A relação transferencial com o analista torna-se um espaço seguro para a reencenação e a ressignificação dessas experiências dolorosas, promovendo a coesão do ego e a diminuição da necessidade de dissociação.

 

Em termos de correlações com psicotraumas, a psicanálise postula que o TDI é quase invariavelmente uma resposta a traumas complexos e prolongados, geralmente de natureza interpessoal, como abuso sexual ou físico na infância. Esses traumas precoces e repetitivos impedem o desenvolvimento de uma estrutura de ego sólida e integrada, levando à formação de estados dissociativos como estratégia de sobrevivência. A não elaboração desses traumas pode levar a uma série de transtornos psíquicos e emocionais, como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e transtornos de personalidade, além de manifestações somáticas e doenças físicas como resultado da somatização do sofrimento psíquico [7].

 

O TDI sob a Ótica da Psicologia Analítica

A psicologia analítica, desenvolvida por Carl Gustav Jung, oferece uma perspectiva complementar à psicanálise na compreensão do Transtorno Dissociativo de Identidade. Jung, ao expandir o conceito de inconsciente para incluir o inconsciente coletivo e os arquétipos, propôs que a psique humana é naturalmente multifacetada. Para ele, a personalidade não é uma unidade monolítica, mas sim um complexo de sistemas interligados, incluindo o ego, a persona, a sombra, o animus/anima e o Self [2].

 

Sob essa ótica, o TDI pode ser interpretado não apenas como uma fragmentação patológica, mas como uma manifestação extrema de uma tendência natural da psique à diferenciação. As diferentes personalidades, ou "alters", poderiam ser vistas como complexos autônomos que, em vez de serem integrados ao ego, assumem uma existência separada devido a um trauma avassalador. O trauma, nesse sentido, impediria o processo de individuação, que é a jornada em direção à totalidade e à integração de todos os aspectos da psique. Em vez de integrar as experiências dolorosas e as partes "sombrias" da personalidade, o indivíduo dissociaria essas partes, criando identidades separadas para contê-las [8].

 

A psicologia analítica enfatiza a importância de explorar os símbolos, os sonhos e as manifestações do inconsciente coletivo para compreender a dinâmica do TDI. O terapeuta junguiano buscaria ajudar o indivíduo a reconhecer e integrar esses complexos autônomos, facilitando o diálogo entre as diferentes partes da psique e promovendo a emergência do Self, o centro organizador da personalidade. O objetivo não é eliminar as personalidades, mas sim integrá-las em uma totalidade mais ampla, onde cada parte possa contribuir para a riqueza e a complexidade do indivíduo.

 

Assim como na psicanálise, a psicologia analítica reconhece o papel central do psicotrauma na gênese do TDI. A experiência de um trauma que excede a capacidade do ego de processá-lo pode levar à dissociação como uma forma de autopreservação. A falta de integração dessas experiências traumáticas pode resultar em uma série de sintomas, incluindo ansiedade, depressão, pesadelos, flashbacks e dificuldades nos relacionamentos interpessoais. A abordagem junguiana buscaria não apenas a integração das personalidades, mas também a ressignificação do trauma através do trabalho com o inconsciente e a busca por um sentido mais profundo na experiência de vida do indivíduo [9]. 


A psicologia analítica enfatiza a importância de explorar os símbolos, os sonhos e as manifestações do inconsciente coletivo para compreender a dinâmica do TDI.
A psicologia analítica enfatiza a importância de explorar os símbolos, os sonhos e as manifestações do inconsciente coletivo para compreender a dinâmica do TDI.

O TDI sob a Ótica da Terapia Sistêmica Familiar

A terapia sistêmica familiar oferece uma abordagem distinta para a compreensão do Transtorno Dissociativo de Identidade, deslocando o foco do indivíduo isolado para o sistema de relações em que ele está inserido. Para a abordagem sistêmica, o sintoma de um indivíduo não é visto como uma patologia intrínseca a ele, mas sim como uma manifestação de disfunções ou padrões de interação problemáticos dentro do sistema familiar. O TDI, nesse sentido, pode ser compreendido como uma estratégia de sobrevivência desenvolvida pelo indivíduo em resposta a um ambiente familiar disfuncional, onde a comunicação é ambígua, os limites são difusos e as necessidades emocionais não são atendidas [3].

 

Em famílias onde há trauma, segredos, abuso ou negligência, a dissociação pode emergir como uma forma de o indivíduo se proteger da realidade insuportável do sistema. As diferentes personalidades podem atuar como "guardiãs" de memórias traumáticas ou como "portadoras" de funções que o sistema familiar não consegue desempenhar de forma saudável. Por exemplo, uma personalidade pode ser a "criança abusada" que retém a dor, enquanto outra pode ser o "protetor" que tenta manter a família unida, mesmo que de forma disfuncional. A multiplicidade de identidades, nesse contexto, reflete a fragmentação do sistema familiar e a dificuldade de seus membros em integrar experiências e emoções complexas [10].

 

A terapia sistêmica familiar busca intervir nos padrões de interação do sistema, identificando e modificando as dinâmicas que contribuem para a manutenção do sintoma. O terapeuta trabalhará com a família como um todo, ou com subsistemas familiares, para melhorar a comunicação, estabelecer limites claros, promover a expressão emocional e facilitar a resolução de conflitos. O objetivo não é apenas tratar o indivíduo com TDI, mas transformar o sistema familiar para que ele se torne um ambiente mais seguro, funcional e integrador. Ao mudar as dinâmicas familiares, o indivíduo pode encontrar um espaço para integrar suas diferentes partes e desenvolver uma identidade mais coesa [11].

 

É importante ressaltar que, na perspectiva sistêmica, o trauma não é apenas um evento individual, mas um fenômeno que afeta todo o sistema familiar, podendo ser transmitido transgeracionalmente. A terapia sistêmica familiar busca, portanto, desvendar os padrões de trauma e dissociação que se repetem ao longo das gerações, ajudando a família a romper com esses ciclos e a construir novas narrativas mais saudáveis. A compreensão do TDI sob essa ótica permite uma intervenção mais abrangente e eficaz, que considera não apenas a psique individual, mas também o contexto relacional em que ela se desenvolve.

 

Correlações com Psicotraumas, Transtornos Psíquicos, Emocionais e Doenças Físicas

O Transtorno Dissociativo de Identidade, como amplamente discutido, está intrinsecamente ligado a experiências de psicotrauma, especialmente aquelas vivenciadas na infância. A capacidade da mente de se fragmentar para sobreviver a eventos insuportáveis é uma demonstração da resiliência humana, mas também um indicativo da profundidade da dor e do impacto duradouro do trauma. Essa conexão entre trauma e dissociação é um ponto de convergência entre as diferentes abordagens psicológicas, embora cada uma a explore sob sua própria ótica.

 

Psicotraumas, como abuso físico, sexual, emocional, negligência severa, testemunho de violência ou perdas significativas, podem sobrecarregar os mecanismos de enfrentamento de um indivíduo, levando à dissociação como uma forma de escapar da realidade dolorosa. A repetição desses eventos traumáticos, especialmente em fases críticas do desenvolvimento, impede a formação de uma identidade coesa e integrada, resultando na criação de estados de personalidade distintos. A prevalência de TDI é estimada em cerca de 1,5% da população geral, sendo mais comum em indivíduos com histórico de trauma complexo [12].

 

A longo prazo, a não resolução desses psicotraumas e a persistência da dissociação podem levar a uma série de transtornos psíquicos e emocionais. É comum que indivíduos com TDI apresentem comorbidades como Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), depressão maior, transtornos de ansiedade (incluindo transtorno do pânico e fobias), transtornos alimentares, transtornos de personalidade (especialmente transtorno de personalidade borderline), e abuso de substâncias. A fragmentação da identidade dificulta a regulação emocional, o estabelecimento de relacionamentos saudáveis e o funcionamento adaptativo no dia a dia, levando a crises frequentes e sofrimento intenso [13].

 

Além dos impactos psicológicos e emocionais, o psicotrauma e a dissociação podem ter correlações significativas com doenças físicas. O estresse crônico resultante do trauma e da luta interna para gerenciar as múltiplas identidades pode levar a uma desregulação do sistema nervoso autônomo e do sistema endócrino, afetando o sistema imunológico e aumentando a vulnerabilidade a diversas condições médicas. Estudos têm demonstrado uma maior incidência de doenças autoimunes, síndromes de dor crônica (como fibromialgia), problemas gastrointestinais (como síndrome do intestino irritável), doenças cardiovasculares e outras condições somáticas em indivíduos com histórico de trauma e dissociação. A somatização, ou seja, a manifestação de sofrimento psíquico através de sintomas físicos, é um fenômeno comum nesses casos, onde o corpo expressa o que a mente não consegue processar ou integrar [14].

 

No contexto social atual, a discussão sobre psicotraumas e suas consequências é mais relevante do que nunca. A pandemia de COVID-19, por exemplo, gerou um trauma coletivo, com perdas, isolamento, incertezas e medos que impactaram a saúde mental de milhões de pessoas. O aumento nos casos de ansiedade, depressão e outros transtornos psíquicos é um reflexo direto desse cenário. A exposição constante a notícias perturbadoras, a polarização social e a pressão por produtividade em um mundo em constante mudança também contribuem para um ambiente propício ao estresse e, consequentemente, à dissociação em suas diversas formas, desde a despersonalização e desrealização leves até quadros mais complexos como o TDI. A busca por refúgio em realidades virtuais, o uso excessivo de redes sociais e a dificuldade em lidar com a frustração e a incerteza podem ser vistos como formas de dissociação em um nível mais sutil, onde a mente se desconecta do presente para evitar o desconforto. É fundamental que a sociedade reconheça a importância da saúde mental e ofereça suporte e recursos para aqueles que vivenciam os efeitos do trauma e da dissociação.


A abordagem junguiana buscaria não apenas a integração das personalidades, mas também a ressignificação do trauma através do trabalho com o inconsciente e a busca por um sentido mais profundo na experiência de vida do indivíduo.
A abordagem junguiana buscaria não apenas a integração das personalidades, mas também a ressignificação do trauma através do trabalho com o inconsciente e a busca por um sentido mais profundo na experiência de vida do indivíduo.

Um Convite à Integração e à Compreensão

Querido leitor, ao finalizarmos esta jornada pela complexidade do filme "Fragmentado" e, mais profundamente, pelo universo do Transtorno Dissociativo de Identidade, espero que você se sinta tocado e inspirado a olhar para a mente humana com mais carinho e compreensão. A história de Kevin, embora ficcional e dramatizada, nos convida a refletir sobre a fragilidade e a resiliência do nosso psiquismo diante do trauma. Ela nos lembra que, por trás de cada comportamento, por mais desafiador que seja, existe uma história, uma dor e uma busca incessante por integração e cura.

 

Que esta análise sirva como um convite para desmistificar o TDI e outras condições de saúde mental, substituindo o estigma pela empatia e o julgamento pela compaixão. Que possamos reconhecer que a fragmentação, em suas diversas formas, não é um sinal de fraqueza, mas sim uma estratégia de sobrevivência que a mente desenvolve para proteger o que há de mais precioso em nós: a nossa essência. A cura, nesse sentido, não é apagar as partes que nos foram dolorosas, mas sim integrá-las, acolhê-las e transformá-las em fontes de força e sabedoria.

 

Lembre-se que a jornada de autoconhecimento e cura é um processo contínuo, repleto de desafios, mas também de descobertas e transformações. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando dificuldades emocionais ou psicológicas, não hesite em buscar ajuda profissional. Há sempre um caminho, uma luz e um abraço acolhedor esperando por você.

 

Para aprofundar-se ainda mais no tema da dissociação e do trauma, é essencial compreender como essas experiências não se limitam à mente, mas se manifestam intensamente no corpo. A fragmentação da identidade, os mecanismos de defesa inconscientes e os sintomas físicos muitas vezes são expressões diretas de vivências traumáticas que permanecem armazenadas no sistema nervoso.


Se você deseja explorar essa perspectiva integrativa — que reconhece o corpo como parte ativa na vivência e na superação do trauma — convido à leitura do artigo “O corpo no trauma”. Ele oferece reflexões profundas sobre como escutar os sinais corporais pode abrir caminhos para a cura e a reconexão com quem realmente somos.

 

Com carinho, Silvia Rocha


Silvia Rocha Psicóloga (CRP 06/182727), terapeuta integrativa e hipnoterapeuta master, com graduação em Psicologia em 2005.
Silvia Rocha é Psicóloga (CRP 06/182727), terapeuta integrativa e hipnoterapeuta master.


Silvia Rocha é psicóloga (CRP 06/182727), terapeuta integrativa e hipnoterapeuta master, com graduação em Psicologia em 2005. Fundadora do Espaço Vida Integral, atua com foco no bem-estar emocional, crescimento pessoal e fortalecimento de relacionamentos, oferecendo terapias individuais, de casais, sistêmicas e familiares.

 






Possui formações em Psicoterapia Breve, Psicanálise, Doenças Psicossomáticas, Coaching, Psicologia Transpessoal, Terapias Quânticas/Holísticas, Constelação Sistêmica Familiar e Apometria Clínica Avançada. Com mais de 30 anos de experiência na área corporativa, MBA em Gestão Empresarial pela FGV/RJ e Pós-Graduação em Negócios pela FAAP/SP, Silvia também realiza Coaching Pessoal.

 

Contato:

Instagram e Facebook: @silviarocha.terapeuta

WhatsApp: (12) 98182-2495


Referências Bibliográficas

[1] Freud, S. (1920). Além do princípio do prazer. Standard Edition, 18, 1-64.

[2] Jung, C. G. (1968). O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

 [3] Minuchin, S. (1974). Families and family therapy. Harvard University Press. 

[4] American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing. 

[5] BrainLatam. (2024, 26 de setembro). Transtorno dissociativo de identidade: a neurociência por trás do filme Fragmentado. Recuperado de https://brainlatam.com/blog/transtorno-dissociativo-de-identidade-a-neurociencia-por-tras-do-filme-fragmentado-1094 

[6] Psicanálise Clínica. (2022, 1 de agosto). Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI): o que é, sintomas e... Recuperado de https://www.psicanaliseclinica.com/transtorno-dissociativo-identidade/ 

[7] Van der Kolk, B. A. (2014). The body keeps the score: Brain, mind, and body in the healing of trauma. Viking. 

[8] PUC-SP. (2019). As diferentes faces da personalidade: um estudo sobre o transtorno dissociativo de identidade, sob o referencial teórico da psicologia analítica. Recuperado de https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/28620 

[9] Psychology Today. (s.d.). Terapia junguiana. Recuperado de https://www.psychologytoday.com/pa/tipos-de-terapia/terapia-junguiana 

[10] Reddit. (2024, 12 de março). Pensamentos sobre sistemas familiares internos e transtorno... Recuperado de https://www.reddit.com/r/DID/comments/1bd3o3h/thoughts_on_internal_family_systems_and/?tl=pt-br 

[11] Unolife. (2025, 25 de abril). TDI (Transtorno Dissociativo de Identidade). Recuperado de https://unolife.com.br/o-que-e-tdi/ 

[12] USP. (2023, 28 de setembro). Transtorno dissociativo de identidade é raro e acomete 1,5% da população. Recuperado de https://sites.usp.br/psicousp/transtorno-dissociativo-de-identidade-e-raro-e-acomete-15-da-populacao/ 

[13] Brazilian Journal of Health Review. (2023, 6 de fevereiro). Abordagens diagnósticas no transtorno dissociativo de identidade. Recuperado de https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/60361 

[14] ResearchGate. (s.d.). EXPLORANDO O TRANSTORNO DISSOCIATIVO DE IDENTIDADE... Recuperado de https://www.researchgate.net/publication/380453677_EXPLORANDO_O_TRANSTORNO_DISSOCIATIVO_DE_IDENTIDADE_TDI_REVISAO_SISTEMATICA 

[15] Research, Society and Development. (2022). Terapias associadas ao tratamento do Transtorno Dissociativo de Identidade. Recuperado de https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/27911 

[16] Koan. (2020). Ensaio teórico: transtorno dissociativo de identidade sob a análise dos filmes “fragmentado” e “clube da luta”. Recuperado de https://koan.emnuvens.com.br/psicopato/article/view/21

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